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sábado, 27 de novembro de 2010

Angústia metafísica II - Como se tornar um deus?

Desde que nascemos ouvimos falar em Deus mesmo sem ter a idéia do que é o adorarmos e reverenciarmos. Todo ser humano cresce tendo uma imaginação de como é Deus e justifica seus atos como heroísmo, atrocidades, alegrias e tristezas por vontade dele. Ou seja, ele faz parte de nossas vidas controlando e vigiando. Pode-se dizer que Deus além de ser divino dita as regras de conduta do povo através da religião. Isto ébom, pois permeia o que cada cidadão pode ou não fazer.A religião tem o papel de controlar ações da sociedade. Ela é um conjunto de regras feito para vivermos em harmonia ou em desarmonia pelo ponto de vista dos radicais e egoístas. E o ser supremo que dita estas regras é Deus. Não matarás, manter o diálogo e ajudar ao próximo são alguns exemplos. Entretanto muitas pessoas não seguem tais condutas morais. O que se vê hoje em dia é uma crescente violência e desrespeito para com o próximo. Ganância e vício são os males atuais, tudo isto controlado pelo poder do dinheiro. Tragédias, mortes, estupros e etc, são exemplos de que o mundo piora cada vez mais. Ora, para muitos as regras capitalistas ou socialistas são como uma religião e para o lugar supremo o próprio ser humano se auto-proclama um deus. Tornamos-nos niilistas? Ao tornar-se deus fazemos tudo o que se pode. Nada é impossível. Chegamos a conclusão de que matam o Deus e se tornam um, portanto usurpam seu lugar. Banhados pela hipocrisia, ignorância e falta de respeito. Mas ao tornar-se deus o ser humano fica órfão, pois não há ninguém superior a ele. Ora, com isto os males da humanidade aumentam ainda mais. Presenciamos suicídios, depressões e doenças sem cura. O resultado disso tudo é o barril de pólvora no qual vivemos atualmente. Para concluirmos, do que adianta todo esse belo discurso se afinal de contas no íntimo de cada um não conseguimos responder a seguinte pergunta: Deus existe?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Como se tornar um Deus?


Desde que nascemos ouvimos falar em Deus mesmo sem ter a idéia do que é o adorarmos e reverenciarmos. Todo ser humano cresce tendo uma imaginação de como é Deus e justifica seus atos como heroísmo, atrocidades, alegrias e tristezas por vontade dele. Ou seja, ele faz parte de nossas vidas controlando e vigiando. Pode-se dizer que Deus além de ser divino dita as regras de conduta do povo através da religião. Isto é bom, pois permeia o que cada cidadão pode ou não fazer.
A religião tem o papel de controlar ações da sociedade. Ela é um conjunto de regras feito para vivermos em harmonia ou em desarmonia pelo ponto de vista dos radicais e egoístas. E o ser supremo que dita estas regras é Deus. Não matarás, manter o diálogo e ajudar ao próximo são alguns exemplos. Entretanto muitas pessoas não seguem tais condutas morais. O que se vê hoje em dia é uma crescente violência e desrespeito para com o próximo. Ganância e vício são os males atuais, tudo isto controlado pelo poder do dinheiro. Tragédias, mortes, estupros e etc, são exemplos de que o mundo piora cada vez mais. Ora, para muitos as regras capitalistas ou socialistas são como uma religião e para o lugar supremo o próprio ser humano se auto-proclama um deus. Nos tornamos niilistas?
Ao tornar-se deus fazemos tudo o que se pode. Nada é impossível. Chegamos a conclusão de que matam o Deus e se tornam um, portanto usurpam seu lugar. Banhados pela hipocrisia, ignorância e falta de respeito. Mas ao tornar-se deus o ser humano fica órfão, pois não há ninguém superior a ele.
Ora, com isto os males da humanidade aumentam ainda mais. Presenciamos suicídios, depressões e doenças sem cura. O resultado disso tudo é o barril de pólvora no qual vivemos atualmente. Para concluirmos, do que adianta todo esse belo discurso se afinal de contas no íntimo de cada um não conseguimos responder a seguinte pergunta: Deus existe?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Egoísmo e Soberba das religiões

Em a crítica às religiões foi defendido que às várias religiões existentes se digladiam em busca de se tornarem ou obter o título de únicas ou verdadeiras, com o intuito de obter lucro com os fiéis, sendo que tais idéias são elaboradas por seus líderes religiosos. Como um efeito dominó os “fiéis” são contaminados com uma soberba e egoísmo extremos. Ora, mas por quê? Ao adotarem uma religião como regimento e cartilha de vida acabam defendendo ao extremo o ponto de vista (muitas vezes superficial), ou seja, a base ideológica de suas religiões e afirmando que não existe religião certa ou superior, ou que não há outra verdadeira se não a própria. Com isso justificam sua ignorância somada à soberba e egoísmo. Percebe-se então uma grande incoerência. Ora, pois muitos ao escandalizarem para o mundo e defenderem a unhas e dentes sua religião com argumentos mesquinhos e ridículos acabam infringindo os mandamentos de Deus, que pressupõe igualdade entre todos e no mínimo tolerância. Não soberba e ignorância ao extremo. Mas infelizmente muitos usam “óculos escuros” em vez de “colírios”, baseiam-se em seus conhecimentos ralos e que sempre são movidos pelos mais altos escalões da hierarquia religiosa. Portanto ao fim muitos “fiéis” se tornam simples marionetes ou peças em um tabuleiro por conta de seus “espíritos imundos” (ignorância). Para o bem da humanidade e de todos é necessário ter conhecimento da própria ignorância religiosa, como também se dispersar da soberba e ignorância, ou pelo menos que haja respeito mútuo entre todos, que cada um defenda seu ponto de vista, e respeite o que pensa diferente. Pois o atrito entre os ortodoxos pode provocar fumaça. E onde há fumaça, há fogo. E fogueira. Lembram-se?

Dúvidas e receios sobre a morte

O que é a morte? Seria apenas o princípio de uma nova vida ou fim de uma existência? Ou uma forma de elevar a alma para algum dia tentar fazer o bem?Seria a morte apenas o começo? Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades. A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação freqüente, latente mesmo, na psique humana. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras conseqüências negativas pode tornar a morte algo mais temido. Tais fatos e indagações são polêmicos e infelizmente não tem uma resposta viável ou concreta sem margem de dúvidas. Para saber empiricamente basto morrer, mas é algo que ninguém quer passar. A morte: o ser humano no seu interior sabe que seu fim é este, mas não aceita de forma pacífica, pois no fundo tentamos ser imortais ou pensamos ser. Seria egoísmo e apego ao mundo material? Ou apenas medo do desconhecido? Acredito piamente que são as duas coisas. Há aqueles que querem encarar a morte para fugir de seus problemas cotidianos e assim terem a tão imaginada paz, mas no fim não passam de pobres almas despedaçadas e sofridas, usadas muitas vezes pelas religiões e por seus abutres. A morte também seria a resposta que todos aqueles fiéis e ateístas buscam ao longo da vida se digladiando com meras e ridículas palavras, ou seja, Deus. Isto sim se pode dizer que todos têm a curiosidade de conhecê-lo e indagá-lo sobre diversas questões como: por que nascemos? Como surgimos? Qual o verdadeiro propósito do ser humano? E por que tantos sofrem enquanto muitos roubam e se divertem? Mas como seria nossa reação se descobríssemos que Deus não criou o homem, e sim o homem que criou a Deus? Concluo que nenhum de nós, teístas ou ateístas estamos preparados para conhecer a morte ou mesmo Deus. Não passamos de miseráveis humanos buscando respostas para perguntas que sempre vão se afunilando e indo para um caminho obscuro e sem fim.