quarta-feira, 20 de junho de 2012
sábado, 27 de novembro de 2010
Angústia metafísica II - Como se tornar um deus?
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Como se tornar um Deus?

A religião tem o papel de controlar ações da sociedade. Ela é um conjunto de regras feito para vivermos em harmonia ou em desarmonia pelo ponto de vista dos radicais e egoístas. E o ser supremo que dita estas regras é Deus. Não matarás, manter o diálogo e ajudar ao próximo são alguns exemplos. Entretanto muitas pessoas não seguem tais condutas morais. O que se vê hoje em dia é uma crescente violência e desrespeito para com o próximo. Ganância e vício são os males atuais, tudo isto controlado pelo poder do dinheiro. Tragédias, mortes, estupros e etc, são exemplos de que o mundo piora cada vez mais. Ora, para muitos as regras capitalistas ou socialistas são como uma religião e para o lugar supremo o próprio ser humano se auto-proclama um deus. Nos tornamos niilistas?
Ao tornar-se deus fazemos tudo o que se pode. Nada é impossível. Chegamos a conclusão de que matam o Deus e se tornam um, portanto usurpam seu lugar. Banhados pela hipocrisia, ignorância e falta de respeito. Mas ao tornar-se deus o ser humano fica órfão, pois não há ninguém superior a ele.
Ora, com isto os males da humanidade aumentam ainda mais. Presenciamos suicídios, depressões e doenças sem cura. O resultado disso tudo é o barril de pólvora no qual vivemos atualmente. Para concluirmos, do que adianta todo esse belo discurso se afinal de contas no íntimo de cada um não conseguimos responder a seguinte pergunta: Deus existe?
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Egoísmo e Soberba das religiões
Dúvidas e receios sobre a morte
O que é a morte? Seria apenas o princípio de uma nova vida ou fim de uma existência? Ou uma forma de elevar a alma para algum dia tentar fazer o bem?Seria a morte apenas o começo? Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades. A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação freqüente, latente mesmo, na psique humana. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras conseqüências negativas pode tornar a morte algo mais temido. Tais fatos e indagações são polêmicos e infelizmente não tem uma resposta viável ou concreta sem margem de dúvidas. Para saber empiricamente basto morrer, mas é algo que ninguém quer passar. A morte: o ser humano no seu interior sabe que seu fim é este, mas não aceita de forma pacífica, pois no fundo tentamos ser imortais ou pensamos ser. Seria egoísmo e apego ao mundo material? Ou apenas medo do desconhecido? Acredito piamente que são as duas coisas. Há aqueles que querem encarar a morte para fugir de seus problemas cotidianos e assim terem a tão imaginada paz, mas no fim não passam de pobres almas despedaçadas e sofridas, usadas muitas vezes pelas religiões e por seus abutres. A morte também seria a resposta que todos aqueles fiéis e ateístas buscam ao longo da vida se digladiando com meras e ridículas palavras, ou seja, Deus. Isto sim se pode dizer que todos têm a curiosidade de conhecê-lo e indagá-lo sobre diversas questões como: por que nascemos? Como surgimos? Qual o verdadeiro propósito do ser humano? E por que tantos sofrem enquanto muitos roubam e se divertem? Mas como seria nossa reação se descobríssemos que Deus não criou o homem, e sim o homem que criou a Deus? Concluo que nenhum de nós, teístas ou ateístas estamos preparados para conhecer a morte ou mesmo Deus. Não passamos de miseráveis humanos buscando respostas para perguntas que sempre vão se afunilando e indo para um caminho obscuro e sem fim.
