segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Refletindo Sobre O Inferno


Refletindo, ouço dizer, sobre o inferno
Meu irmão Shelley achou ser ele um lugar
Mais ou menos semelhante a Londres.

Eu Que não vivo em Londres, mas em Los Angeles

Acho, refletindo sobre o inferno,
que ele deve Assemelhar-se mais ainda a Los Angeles.
Também no inferno Existem, não tenho dúvidas, esses jardins luxuriantes
Com as flores grandes como árvores, que naturalmente fenecem
Sem demora, se não são molhadas com água muito cara.
E mercados de frutas Com verdadeiros montes de frutos, no entanto
Sem cheiro nem sabor. E intermináveis filas de carros
Mais leves que suas próprias sombras, mais rápidos
Que pensamentos tolos, automóveis reluzentes, nos quais
Gente rosada, vindo de lugar nenhum, vai a nenhum lugar.
E casas construídas para pessoas felizes, portanto vazias
Mesmo quando habitadas.
Também as casas do inferno não são todas feias
Mas a preocupação de serem lançados na rua
Consome os moradores das mansões não menos que
Os moradores do barracos


Bertold Brecht

Como se tornar um Deus?


Desde que nascemos ouvimos falar em Deus mesmo sem ter a idéia do que é o adorarmos e reverenciarmos. Todo ser humano cresce tendo uma imaginação de como é Deus e justifica seus atos como heroísmo, atrocidades, alegrias e tristezas por vontade dele. Ou seja, ele faz parte de nossas vidas controlando e vigiando. Pode-se dizer que Deus além de ser divino dita as regras de conduta do povo através da religião. Isto é bom, pois permeia o que cada cidadão pode ou não fazer.
A religião tem o papel de controlar ações da sociedade. Ela é um conjunto de regras feito para vivermos em harmonia ou em desarmonia pelo ponto de vista dos radicais e egoístas. E o ser supremo que dita estas regras é Deus. Não matarás, manter o diálogo e ajudar ao próximo são alguns exemplos. Entretanto muitas pessoas não seguem tais condutas morais. O que se vê hoje em dia é uma crescente violência e desrespeito para com o próximo. Ganância e vício são os males atuais, tudo isto controlado pelo poder do dinheiro. Tragédias, mortes, estupros e etc, são exemplos de que o mundo piora cada vez mais. Ora, para muitos as regras capitalistas ou socialistas são como uma religião e para o lugar supremo o próprio ser humano se auto-proclama um deus. Nos tornamos niilistas?
Ao tornar-se deus fazemos tudo o que se pode. Nada é impossível. Chegamos a conclusão de que matam o Deus e se tornam um, portanto usurpam seu lugar. Banhados pela hipocrisia, ignorância e falta de respeito. Mas ao tornar-se deus o ser humano fica órfão, pois não há ninguém superior a ele.
Ora, com isto os males da humanidade aumentam ainda mais. Presenciamos suicídios, depressões e doenças sem cura. O resultado disso tudo é o barril de pólvora no qual vivemos atualmente. Para concluirmos, do que adianta todo esse belo discurso se afinal de contas no íntimo de cada um não conseguimos responder a seguinte pergunta: Deus existe?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Egoísmo e Soberba das religiões

Em a crítica às religiões foi defendido que às várias religiões existentes se digladiam em busca de se tornarem ou obter o título de únicas ou verdadeiras, com o intuito de obter lucro com os fiéis, sendo que tais idéias são elaboradas por seus líderes religiosos. Como um efeito dominó os “fiéis” são contaminados com uma soberba e egoísmo extremos. Ora, mas por quê? Ao adotarem uma religião como regimento e cartilha de vida acabam defendendo ao extremo o ponto de vista (muitas vezes superficial), ou seja, a base ideológica de suas religiões e afirmando que não existe religião certa ou superior, ou que não há outra verdadeira se não a própria. Com isso justificam sua ignorância somada à soberba e egoísmo. Percebe-se então uma grande incoerência. Ora, pois muitos ao escandalizarem para o mundo e defenderem a unhas e dentes sua religião com argumentos mesquinhos e ridículos acabam infringindo os mandamentos de Deus, que pressupõe igualdade entre todos e no mínimo tolerância. Não soberba e ignorância ao extremo. Mas infelizmente muitos usam “óculos escuros” em vez de “colírios”, baseiam-se em seus conhecimentos ralos e que sempre são movidos pelos mais altos escalões da hierarquia religiosa. Portanto ao fim muitos “fiéis” se tornam simples marionetes ou peças em um tabuleiro por conta de seus “espíritos imundos” (ignorância). Para o bem da humanidade e de todos é necessário ter conhecimento da própria ignorância religiosa, como também se dispersar da soberba e ignorância, ou pelo menos que haja respeito mútuo entre todos, que cada um defenda seu ponto de vista, e respeite o que pensa diferente. Pois o atrito entre os ortodoxos pode provocar fumaça. E onde há fumaça, há fogo. E fogueira. Lembram-se?

Dúvidas e receios sobre a morte

O que é a morte? Seria apenas o princípio de uma nova vida ou fim de uma existência? Ou uma forma de elevar a alma para algum dia tentar fazer o bem?Seria a morte apenas o começo? Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades. A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação freqüente, latente mesmo, na psique humana. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras conseqüências negativas pode tornar a morte algo mais temido. Tais fatos e indagações são polêmicos e infelizmente não tem uma resposta viável ou concreta sem margem de dúvidas. Para saber empiricamente basto morrer, mas é algo que ninguém quer passar. A morte: o ser humano no seu interior sabe que seu fim é este, mas não aceita de forma pacífica, pois no fundo tentamos ser imortais ou pensamos ser. Seria egoísmo e apego ao mundo material? Ou apenas medo do desconhecido? Acredito piamente que são as duas coisas. Há aqueles que querem encarar a morte para fugir de seus problemas cotidianos e assim terem a tão imaginada paz, mas no fim não passam de pobres almas despedaçadas e sofridas, usadas muitas vezes pelas religiões e por seus abutres. A morte também seria a resposta que todos aqueles fiéis e ateístas buscam ao longo da vida se digladiando com meras e ridículas palavras, ou seja, Deus. Isto sim se pode dizer que todos têm a curiosidade de conhecê-lo e indagá-lo sobre diversas questões como: por que nascemos? Como surgimos? Qual o verdadeiro propósito do ser humano? E por que tantos sofrem enquanto muitos roubam e se divertem? Mas como seria nossa reação se descobríssemos que Deus não criou o homem, e sim o homem que criou a Deus? Concluo que nenhum de nós, teístas ou ateístas estamos preparados para conhecer a morte ou mesmo Deus. Não passamos de miseráveis humanos buscando respostas para perguntas que sempre vão se afunilando e indo para um caminho obscuro e sem fim.

Dúvidas e receios sobre a morte

O que é a morte? Seria apenas o princípio de uma nova vida ou fim de uma existência? Ou uma forma de elevar a alma para algum dia tentar fazer o bem?Seria a morte apenas o começo? Para os céticos, a morte compreende o cessar da consciência, exatamente quando o cérebro deixa de executar suas funcionalidades. A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação freqüente, latente mesmo, na psique humana. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras conseqüências negativas pode tornar a morte algo mais temido. Tais fatos e indagações são polêmicos e infelizmente não tem uma resposta viável ou concreta sem margem de dúvidas. Para saber empiricamente basto morrer, mas é algo que ninguém quer passar. A morte: o ser humano no seu interior sabe que seu fim é este, mas não aceita de forma pacífica, pois no fundo tentamos ser imortais ou pensamos ser. Seria egoísmo e apego ao mundo material? Ou apenas medo do desconhecido? Acredito piamente que são as duas coisas. Há aqueles que querem encarar a morte para fugir de seus problemas cotidianos e assim terem a tão imaginada paz, mas no fim não passam de pobres almas despedaçadas e sofridas, usadas muitas vezes pelas religiões e por seus abutres. A morte também seria a resposta que todos aqueles fiéis e ateístas buscam ao longo da vida se digladiando com meras e ridículas palavras, ou seja, Deus. Isto sim se pode dizer que todos têm a curiosidade de conhecê-lo e indagá-lo sobre diversas questões como: por que nascemos? Como surgimos? Qual o verdadeiro propósito do ser humano? E por que tantos sofrem enquanto muitos roubam e se divertem? Mas como seria nossa reação se descobríssemos que Deus não criou o homem, e sim o homem que criou a Deus? Concluo que nenhum de nós, teístas ou ateístas estamos preparados para conhecer a morte ou mesmo Deus. Não passamos de miseráveis humanos buscando respostas para perguntas que sempre vão se afunilando e indo para um caminho obscuro e sem fim.

domingo, 16 de maio de 2010

O Futuro é uma astronave que tentamos pilotar.

Nascemos, vivemos e posteriormente para alguns a escuridão da morte, para outros uma nova vida.

Pelo menos em um ponto todos concordam: a vida passa muito rápido. Quando se percebe, a vida já proporcionou as oportunidades merecidas. Ai é que aparece o tal do arrependimento. Na verdade, todas as pessoas deveriam aproveitar a vida de forma positiva, seja cantando, dançando ou inventando coisas para o bem da humanidade. O importante é que estejam satisfeitas naquilo que fazem. Ninguém sabe o dia de amanhã, mas temos que ter em mente que nossas escolhas geram muitas possibilidades, e temos que estar cientes das conseqüências.

Ora, entretanto a mente humana não aceita o desconhecimento do futuro. Nossa natureza de dúvidas e curiosidades nos leva a busca incessante pelo infinito. Muitos querem ser um Deus, outros o matam e alguns morrem em busca dele. Todo ser humano tem medo do futuro e de como se aproxima tão rápido. Como já diria Toquinho “o futuro é uma astronave que tentamos pilotar”, mas que infelizmente não conseguimos nem nos sentar na astronave, pois somos meros telespectadores. A verdade é que em um mundo repleto pelos caos e falta de amor o homem não pode e nem deve cair na mais profunda escuridão que é a falta de vontade de viver e ser feliz. É o que se chama de miséria global, que também pode ser a falta de comida, mas principalmente a omissão a vida, a falta de ir à busca de um futuro melhor.

Muitos se acomodam com a vida que levam, alguns tentam, mas desistem no meio do caminho por se satisfazem com pouco e poucos conseguem chegar ao topo da vida, produzindo algo para a humanidade, ou pelo menos indo em busca da felicidade e das dúvidas em que carrega. Portanto viver é seguir em frente, mesmo com obstáculos.

A Chegada de Lampião ao Inferno-Cordel

Lampião no Inferno

Autor: José Pachêco

Um cabra de Lampião
Por nome Pilão Deitado
Que morreu numa trincheira
Em certo tempo passado
Agora pelo sertão
Anda correndo visão
Fazendo mal-assombrado

E foi quem trouxe a notícia
Que viu Lampião chegar
O Inferno nesse dia
Faltou pouco pra virar
Incendiou-se o mercado
Morreu tanto cão queimado
Que faz pena até contar

Morreu a mãe de Canguinha
O pai de Forrobodó
Três netos de Parafuso
Um cão chamado Cotó
Escapuliu Boca Ensossa
E uma moleca moça
Quase queimava o "totó”

Morreram 100 negros velhos
Que não trabalhavam mais
Um cão chamado Trás-cá
Vira-volta e Capataz
Tromba Suja e Bigodeira
Um cão chamado Goteira
Cunhado de Satanás.

Vamos tratar da chegada
Quando Lampião bateu
Um moleque ainda moço
No portão apareceu
- Quem é você, cavalheiro?
- Moleque eu sou cangaceiro!
Lampião lhe respondeu.

- Moleque não, sou vigia!
E não sou seu "pariceiro"
E você aqui não entrar
Sem dizer quem é primeiro...
- Moleque, abra o portão
Saiba que eu sou Lampião
Assombro do mundo inteiro!

Então, esse tal vigia
Que trabalha no portão
Dá pisa que voa cinza
Não procura distinção
O negro escreveu não leu
A macaíba comeu
Lá não se o usa perdão.

O vigia disse assim:
Fique fora que eu entro
Vou conversar com o chefe
No gabinete do centro
Por certo ele não lhe quer
Mas conforme o que disser
Eu levo o senhor pra dentro.

Lampião disse: - Vá logo,
Quem conversa perde hora
Vá depressa e volte já
Eu quero pouca demora
Se não me derem ingresso
Eu viro tudo "asavesso"
Toco fogo e vou embora.

O vigia foi e disse
A Satanás, no salão:
- Saiba vossa senhoria
Que aí chegou Lampião,
Dizendo que quer entrar
E eu vim lhe perguntar
Se dou ingresso ou não?

- Não senhor, Satanás disse,
Vá dizer que vá embora
Só me chega gente ruim?
Eu ando muito caipora
Estou até com vontade
De botar mais da metade
Dos que têm aqui pra fora!

- Lampião é um bandido
Ladrão da honestidade
Só vem desmoralizar
A minha propriedade
Mesmo eu não vou procurar
Sarna para me coçar
Sem haver necessidade.

Disse o vigia: - Patrão
A coisa vai arruinar
Eu sei que ele se dana
Quando não puder entrar
Satanás disse: - Isso é nada,
Convide aí a negrada
E leve o que precisar.

- Leve três dúzias de negros
Entre homem e mulher
Vá na loja de ferragem
Tire as armas que quiser
É bom escrever também
Pra virem os negros que têm
Mais compadre Lúcifer.

E reuniu-se a negrada
Primeiro chegou Fuxico
Com um bacamarte velho
Gritando por Cão de Bico
Que trouxesse o pau da prensa
E fosse chamar Tangença
Na casa de Maçarico.

E depois chegou Cambota
Endireitando o boné
Formigueiro, Trupe-Zupe
E o crioulo Quelé
Chegou Banzeiro e Pacaia
Rabisca e Cordão de Saia
E foram chamar Bazé.

Veio uma diaba moça
Com uma calçola de meia
Puxou a vara da cerca
Dizendo: - A coisa está feia
Hoje o negócio se dana,
E disse: - Eita, baiana
Agora a ripa vadeia.

E lá vai a tropa armada
Em direção do terreiro
Pistola, faca e facão
Cravinote e granadeiro
E um negro também vinha
Com a trempe da cozinha
E o pau de bater tempero.

Quando Lampião deu fé
Da tropa negra encostada
Disse: - Só na Abissínia
Oh! Tropa preta danada
O chefe do batalhão
Gritou: - As armas não mão
Toca-lhe fogo, negrada!

Nessa hora ouviu-se tiros
Que só pipoca no caco
Lampião pulava tanto
Que parecia um macaco
Tinha um negro nesse meio
Que durante o tiroteio
Brigou tomando tabaco.

Acabou-se o tiroteio
Por falta de munição
Mas o cacete batia
Negro embolava no chão
Pau e pedra que pegavam
Era o que as mãos achavam
Sacudiam em Lampião.

- Chega, traga um armamento!
Assim gritava o vigia,
Trás a pá de mexer doce
Lasca os ganchos de Caria
Trás os birros de Macau
Corre, vai buscar um pau
Na cerca da padaria!

Lúcifer mais Satanás
Vieram olhar do terraço
Tudo contra Lampião
De cacete, faca e braço
E o comandante no grito
Dizia: - Briga bonito,
Negrada, chega-lhe o aço!

Lampião pôde pegar
Na caveira de um boi
Sacudiu na testa dum
Ele só fez dizer: - Oi!
Ainda correu 10 braças
E caiu enchendo as calças
Mas eu não sei de que foi.

Estava a luta travada
Mais de uma hora fazia
A poeira cobria tudo
Negro embolava e gemia
Porém Lampião ferido
Ainda não tinha sido
Devido a sua energia.

Lampião pegou um checho
E o rebolou num cão
A pedrada arrebentou
A vidraça do oitão
Saiu um fogo azulado
Incendiou-se o mercado
E o armazém de algodão.

Satanás com esse incêndio
Tocou num búzio chamando
Correram todos os negros
(Os que estavam brigando)
Lampião pegou a olhar
Não viu mais com quem brigar
Também foi se retirando.

Houve grande prejuízo
No inferno, nesse dia
Queimou-se todo o dinheiro
Que Satanás possuía
Queimou-se o livro dos pontos
Perderam seiscentos contos
Somente em mercadoria.

Reclamava Satanás:
- Horror maior não precisa
Os anos ruins de safra
E agora mais essa pisa
Se não houver bom inverno
Tão cedo aqui no Inferno
Ninguém compra uma camisa.

Leitores vou terminar
Tratando de Lampião
Muito embora que não possa
Vos dar a resolução
No inferno não ficou
No céu também não chegou
Por certo está no sertão.

Quem duvidar dessa estória
Pensar que não foi assim
Querer zombar do meu sério
Não acreditando em mim
Vá comprar papel moderno
Escreva para o inferno
Mande saber de Caim.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Somos "Renascentistas Críticos ou "Medievais Manipulados"?

Vivemos em um estado terminal ou vivemos a pura realidade? Somos manipulados ou distinguimos a verdade? Qual é o Brasil em que vivemos?
Pois na verdade vivemos em um país de fachadas, pois muitas regiões são deixadas a margem da sorte, são esquecidas pelo poder público. Um país em que muitos meios de comunicação impõem as suas verdades e também plantam as mentiras. Ifelizmente culpados e inocentes são tratados de forma igualitária. Mas como saber disso tudo? Temos que buscar a leitura, ser críticos.
Será que somos alienados pelas elites? O governo de nosso país impõe seu modelo educacional, faz a população crer em uma democracia plena, quando na verdade vivemos em uma oligarquia.
Esta futura obra Somos "Renascentistas Críticos" ou "Medievais Manipulados"? visa "acordar" a população para a realidade. Desconfiar e refletir sobre tudo é a questão.
E um pequeno detalhe: desconfie até do prórprio título da obra.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Séries e Documentários


Para aqueles que gostam da área de história existe um site com o seguinte endereço: http://tabernadahistoria.blogspot.com/.
Neste site há séries e documentários sobre diversos assuntos da área, como Napoleão, Guerras Mundias, mitologia e etc... Aproveitem!


E a mais nova série que está no site se chama Confronto dos Deus. Mostra a mitologia de várias civilizações antigas!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Natureza perfeita

O Cio da Terra

Composição: Milton Nascimento / Chico Buarque
Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão
E se fartar de pão

Decepar a cana
Recolher a garapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel
Se lambuzar de mel

Afagar a terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, a propícia estação
E fecundar o chão