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quinta-feira, 14 de julho de 2011

A antiga religião egípcia


Os antigos egípcios eram politeístas, ou seja, adoravam várias divindades que chegavam ao número de duas mil – incluindo as forças da natureza. Vale ressaltar que o termo religião como é tratado na atualidade não se aplica a forma de adoração dos egípcios antigos, pois estes realizavam cultos as divindades. Mas em si o conjunto desses cultos formavam uma religião nacional sem escritura própria que se centrava na ortopraxia (credos repassados através de gerações mantidas pela tradição). Mas em certo momento da história egípcia esta passou a ser henoteísta (existência de um Deus superior que possui outras divindades). Na verdade cada cidade possui uma tríade de divindades que é formada por um casal de deuses e seu filho. Muitas vezes um Deus local era elevado à categoria nacional vinculado a uma dinastia.

Os deuses possuíam várias formas: antropomórficas (aparência humana), zoomórficas (aparência animal) ou uma mistura das duas formas. Também adoravam animais como gato, cachorro, boi e etc. Quando estes animais sagrados morriam eram mumificados e enterrados em uma necrópole própria. O faraó também devia adorar aos deuses nos templos. Os templos eram a moradia do Deus na terra. Mas como era impossível o faraó estar ao mesmo tempo em todos os lugares do reino encarregava representantes para realizar cerimônias. Só podiam entrar no templo o faraó e os sacerdotes. Cada templo era dedicado a uma única divindade cuja estátua ficava dentro do templo. Os sacerdotes cuidavam do templo colocando comida para o deus e lavando e perfumando o templo. A estátua só saia do templo em determinadas épocas do ano para a procissão acompanhada de uma grande multidão juntamente com o faraó quando este estava no local.